Pular para o conteúdo principal

Ano Novo, Frank Novo? Netflix anuncia data de estreia da segunda temporada de Marvel - O Justiceiro

Se você é fã das séries da Marvel na Netflix como eu, mas anda meio triste porque teremos o fim delas em breve, eis pelo menos uma boa notícia!

ANO NOVO, FRANK NOVO?


A SEGUNDA TEMPORADA DE MARVEL - O JUSTICEIRO ESTARÁ DISPONÍVEL GLOBALMENTE EM 18 DE JANEIRO DE 2019 
Frank Castle (Jon Bernthal) pode fugir, mas não pode se esconder de quem está destinado a ser. A segunda temporada encontra Frank em um território muito familiar. Billy Russo (Ben Barnes), seu ex-companheiro de armas, lentamente começa a se recuperar da lesão cerebral traumática que Frank o causou e é apenas uma questão de tempo até que comece a juntar as peças do quebra-cabeça.

ASSISTA AO ANÚNCIO DA DATA DA SEGUNDA TEMPORADA AQUI
Sobre a segunda temporada de Marvel - O Justiceiro 
O ex-marinheiro que virou vigia Frank Castle (Jon Bernthal) vive uma vida pacata na estrada até que, de repente, se envolve na tentativa de assassinato de uma garota jovem (Giorgia Whigham). À medida em que se envolve no mistério em torno dela e daqueles em busca da informação que ela guarda, Castle atrai um novo objetivo quando novos e velhos inimigos o forçam a confrontar se deveria aceitar seu destino e abraçar uma vida como O Justiceiro.

Steve Lightfoot (Hannibal) é o showrunner, escritor e produtor executivo. O elenco também conta com Ben Barnes (Billy Russo), Amber Rose Revah (Dinah Madani), Jason R.Moore (Curtis Hoyle), Josh Stewart (John Pilgrim) e Floriana Lima (Dra. Krista Dumont).


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Midsommar - O mal não espera a noite tem um quê de dèjá vu com pontas de originalidade, mas peca por ser longo

Com influências de Corra!, da série Hannibal (principalmente perto do final do longa), com um quê de clima de Anticristo, sem deixar de lado A chave mestra, Colheita Maldita (filme inspirado na obra homônima de Stephen King), O homem de palha, e, como me disse a Ana, que é megafã de Supernatural, inclusive um episódio da série que sacrificava “estrangeiros”  em prol do “bem” da cidade de Burkitsville, no décimo-primeiro episódio da primeira temporada da série, tudo isso também é bem sentido em Midsommar – O mal não espera a noite. Com todas essas referências, senão inspirações, dá para imaginar o desconforto que o filme passa.


Com 147 minutos (171 na versão do diretor), ser longo é um problema no filme. As partes boas são realmente boas e chocantes, o culto e o que parece haver de muito sinistro por trás deles é bem estabelecido, mas os personagens, especialmente os secundários, não são muito aprofundados e, quando começam a “desaparecer”, a tendência é que o telespectador não ligue m…

La Boya, um filme de Fernando Spiner

Maria do Caritó, do tablado para o cinema, diverte ao mesmo tempo em que faz críticas muito necessárias

No dicionário popular, Caritó é a pequena prateleira no alto da parede, ou nicho nas casas de taipa, onde as mulheres escondem fora do alcance das crianças, o carretel de linha, o pente, o pedaço de fumo, o cachimbo. Vitalina, conforme a popularizou a cantiga, é a solteirona, a moça-velha que se enfeita - bota pó e tira pó -, mas não encontra marido. E assim, a vitalina que ficou no caritó é como quem diz que ficou na prateleira, sem uso, esquecida, guardada intacta.
No gênero comédia romântica e baseado na peça teatral homônima, Maria do Caritó, escrita por Newton Moreno e ambientado no nordeste, e gravado na cidade de Peacatuba, em Minas Gerais, onde a fotografia remete às pequenas cidades do interior, trazendo a poesia e o azul como motes no começo do  longa.



Nessa máxima que segue o enredo de Maria de Caritó, longa protagonizado por Lilian Cabral (Maria), a moça que chega aos seus 50 anos  e ainda virgem, vítima da promessa que seu pai diz ter feito ao santo desconhecido quando ela …