Pular para o conteúdo principal

Momento blogueirinha #1: Testei e não aprovei: Geleia Capilar Seda Boom

Olá, galera, sejam bem-vindo(a)s a uma nova coluna aqui na USS Sinistra. Para quem é visitante novo aqui na nave, ou não sabia (ou não lembrava, afinal, falei disso quando nasceu O Bagulhos Sinistros em 22/12/2017, falei por alto aqui dos propósitos do blog, que até se chamaria Outros 500 ou Sem Censura. Nesse mesmo post, eu explico também o porquê de, afinal, vir a se chamar Bagulhos Sinistros.  

Vamos lá, o objetivo do Bagulhos Sinistros nunca foi apenas falar de cinema, literatura, eventos e tecnologia, mas 2018 não foi um ano fácil para mim, sem dramas, mas essas colunas mais pessoais até ajudam a entender a pessoa por trás de seus textos, o que eu creio que humaniza ainda mais o blog em um mundo tão robótico. 



O lance d'Outros 500 tem relação justamente com isso de falar de coisas que não se encaixam nas categorias supracitadas. E essa coluna é apenas uma delas. O Sem Censura, bem, vocês que já conhecem e acompanham o blog sabem que sou ética, mas não tenho papas na língua quando é para criticar mesmo, com embasamento, sempre, claro. Um exemplo recente pode ser visto aqui.

Acabou que Outros 500 e Sem Censura mantiveram-se no âmago do blog, mas eu não uso esses nomes por quê? Por motivos de ética, claro. E, antes de mais nada, nem de longe o nome da coluna, Momento Blogueirinha, é pejorativo. 

Então, um breve resumo da ópera da minha "vida" em 2018: pela primeira vez na vida quebrei um osso, do pé, o que me fez ficar reclusa em casa por um bom tempo. Nem vou relatar o circo de horrores pelo qual passei com os médicos do SUS, porque, sim, fui muito bem atendida em outros casos por médico(a)s do SUS, verdadeiros profissionais, assim como já tive atendimentos bons, ótimos e péssimos de médicos particulares também. Tive uma segunda pneumonia - dessa vez o médico foi bárbaro -, e entrei em depressão. Sim, falo disso aqui. Depressão não é frescura. Não é tristeza nem tampouco mimimi. É uma doença reconhecida pela OMS. Clique aqui se quiser saber mais. 

Agradeço de coração à tripulação amiga do Bagulhos Sinistros pelo apoio, entendimento e trabalho contínuo e de qualidade que fizeram para nossa nave-mãe quando eu estava incapacitada para tal. Somos uma família. Como disse o Paulo lá na crítica de Assunto de Família, "família está além do sangue". 

Depois dessa introdução, vou falar diretamente de um produto específico que testei e não aprovei da Unilever: o Geleia Capilar Seda Boom. Mas, antes disso, por favor, tenham paciência comigo, rs, essa é a primeira coluna do gênero aqui, e vou lhes passar mais umas informações sobre mim. Apesar de (ainda) não ter formação com tratamentos capilares e/ou cabeleireira, eu tenho um conhecimento  razoavelmente bom, teórico e prático, disso, mas nesse post, falo como consumidora, embora essas informações que acabei de passar sejam sim relevantes, afinal, não sou tão leiga em termos de produtos para cabelos. 

Em primeiro lugar, saibam que sou ferrenha nisso de usar produtos cosméticos de empresas que não fazem testes em animais. Segundo pronunciamento na Unilever em seu site oficial, eles não fazem isso, embora não constem na lista oficial da PEA - mas resolvi dar um voto de confiança à Unilever, segundo informações da própria PEA, como podem ver no print abaixo.

Sobre o produto em si - Não aprovado por mim


Sim, eu segui à risca as instruções contidas no rótulo - ainda no site oficial da Unilever, na parte do produto específico, a descrição está mais para uma chamada de marketing do que uma descrição propriamente dita, os nomes dos ingredientes estão em inglês! (Oi, até onde eu sabia, o idioma oficial do Brasil é o português #ironiamodeon) Clique na imagem abaixo, que o(a) levará à nota da ANVISA sobre isso, se quiser saber mais.


E não é só no site: No rótulo do produto, os nomes dos ingredientes também estão em inglês. As críticas não vão parar por aí, afinal, o pior de tudo foi o quanto o referido produto deixou meu cabelo, para falar a real, um lixo!

Ainda li aqui que o produto testado por uma outra blogueira "combina melhor" com um creme para pentear da própria Seda. Ah, Unilever...

Não posso dizer se cacheia ou não, porque quando vi o quanto o produto ressecou meus cabelos recém-hidratados, literalmente corri para tirá-los nos meus cabelos. A embalagem é bonita? É. O cheiro é bom? É. Gostei do produto? Não. Agora tenho um potinho novo, joguei dinheiro na privada, porque eu não daria esse produto nem à pessoa de quem menos gosto nesse mundo. 

Finalizando: Nota igual às temperaturas da Antártida: abaixo de zero. Segui à risca as instruções e meu cabelo ficou muito mais ressecado do que antes da hidratação que eu fiz ONTEM! O.o Corri para tirar o produto dos meus cabelos para não os danificar ainda mais. E soma-se isso ao fato de tudo que citei acima, não pretendo comprar mais produtos da Unilever.

Sem mais pelo momento,

Ana Death Duarte






Comentários

  1. Prometo postar aqui em breve como e com que produtos bons eu salvei o meu cabelo depois dos malefícios causados por esse produto. ;)

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Midsommar - O mal não espera a noite tem um quê de dèjá vu com pontas de originalidade, mas peca por ser longo

Com influências de Corra!, da série Hannibal (principalmente perto do final do longa), com um quê de clima de Anticristo, sem deixar de lado A chave mestra, Colheita Maldita (filme inspirado na obra homônima de Stephen King), O homem de palha, e, como me disse a Ana, que é megafã de Supernatural, inclusive um episódio da série que sacrificava “estrangeiros”  em prol do “bem” da cidade de Burkitsville, no décimo-primeiro episódio da primeira temporada da série, tudo isso também é bem sentido em Midsommar – O mal não espera a noite. Com todas essas referências, senão inspirações, dá para imaginar o desconforto que o filme passa.


Com 147 minutos (171 na versão do diretor), ser longo é um problema no filme. As partes boas são realmente boas e chocantes, o culto e o que parece haver de muito sinistro por trás deles é bem estabelecido, mas os personagens, especialmente os secundários, não são muito aprofundados e, quando começam a “desaparecer”, a tendência é que o telespectador não ligue m…

La Boya, um filme de Fernando Spiner

Projeto Gemini traz a nova tecnologia 3D+, apela ao público gamer e proporciona uma intensa imersão

Dirigido pelo Hollywoodiano vencedor do Oscar®, Ang Lee, e produzido pelos renomados produtores Jerry Bruckheimer, David Ellison, Dana Goldberg e Don Granger, o novo filme de Will Smith, “Projeto Gemini” traz a inovadora tecnologia 3D+, High Frame Rate, em que o filme é gravado em 124fps (os filmes normalmente são gravados em 24 fps), o que nos dá uma visão ultra dimensionada de detalhes e uma sensação de total imersão nas cenas do filme.

No longa de ação, Will Smith vive o papel de um misto de agente/assassino, “Henry Brogan” que, ao decidir se aposentar, é surpreendido sendo perseguido por um agente mais novo de seu próprio bureau. No elenco também estão Mary Elizabeth WinsteadClive Owen e Benedict Wong.


Com a temática científica da possibilidade da clonagem humana para fins bélicos, lembra outras abordagens tais como O Soldado Universal e O Exterminador do Futuro.

Em suas cenas de ação, claramente podemos sentir referências a Missão Impossível com algumas pegadas ao bom estilo John …