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Paulo de Tarso, de André Marouço. Um documentário familiar (amador)


O novo longa de André Marouço, Paulo de Tarso e a História do Cristianismo Primitivo, foi lançado na quinta-feira, contando com nomes como Caio Blat, Ana Ariel e Alexandre Galves no elenco. Mas isso não significa que se trata de uma boa narrativa, até por que o filme é na verdade um documentário com uma carinha de amador. 

Pensando em sua categoria, o filme é até legal. É informativo e, para minha surpresa, até crítico (mesmo que em uma dose mínima). 



É claro que o filme é de nicho, por isso tem um ponto de vista bastante especifico. Portanto, é compreensível que tenha um roteiro bastante engessado e que as atuações, durante as "simulações", sejam um fiasco. Mas em momento algum foi prometida uma produção impecável. O próprio diretor definiu o filme como "uma produção familiar", e sinceramente o público com quem conversei na pré estréia estava disposto a ver aquilo. 

Mas, cumprindo meu papel de crítico devo dar minha alfinetada, que é quanto à ocupação de salas de cinema. Bom, pela qualidade e pelo nicho, Paulo de Tarso, deve no máximo passar nos eventos religiosos para os quais foi produzido, e talvez ser lançado em DVD, mas ocupar salas de cinema, eu já acho demais. 

Nota - 1,5 viagem de evangelização (1,5/5)

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