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Shell Open Air: Uma experiência incrível - se perdeu esse ano, ano que vem tem mais!








Neste ano novamente tive a oportunidade de ir ao maior evento de cinema a céu aberto da América Latina, desta vez, a convite do Telecine e do site parceiro para o qual escrevo alguns textos, o Bagulhos Sinistros. Fui desfrutar e sentir as emoções de assistir a um filme favorito ao ar livre. O escolhido foi Dor e Gloria, do aclamado cineasta Pedro Almodóvar, que, apesar de eu já ter visto, contemplá-lo em uma tela gigantesca com milhares de pessoas e com a vista de São Paulo é outro esquema e não tem preço que pague participar de tudo isso (ou melhor, há sim, os ingressos custam em torno de cinquenta reais e alguns deles esgotaram logo na primeira semana de venda).
Com o mote “o Cinema que te leva além”, O Shell Open Air está em seu segundo ano consecutivo em São Paulo e já é mais do que consagrado no Rio de Janeiro. Todos os anos seleciona filmes bem quistos entre o público cinéfilo de um portfólio que vai de filmes de época e grandes clássicos como ET e Grease, e atuais deste ano, como Turma da Mônica - Laços e o grande final da saga de super-heróis Vingadores: Ultimato, todos para serem exibidos na maior tela de cinema do mundo.
São 325 metros quadrados de tela ao ar livre, com projeção digital e sistema de som com 28 caixas Dolby Digital Surround e uma infraestrutura de cadeiras reclináveis de praia super confortáveis à frente da tela. Em uma alta arquibancada (da própria estrutura do Jockey Club) foram montadas poltroninhas acolchoadas para curtir o filme. 


Além dessa magnífica tela, temos a vista panorâmica da cidade de São Paulo, o que deixa tudo muito bonito, inclusive para fotografar. Imagine um pôr do sol (pois os portões abrem às 18h) ou uma lua incrível! Porém, tudo pode acontecer, já que o evento é a céu aberto, deixo a dica de levarem agasalhos, pois quando esfria, ainda mais a noite, o Jockey Club, local onde o evento é montado, tem uma corrente de ar bem forte por situar-se próximo à Marginal do Rio Pinheiros e Cidade Jardim.
Mas não se preocupe! O Shell Open Air é preparado para tudo e, se chover, te entregarão capas de chuva, e se fizer frio, é possível comprar uma coberta por R$35,00. Por esse motivo, não há como devolver os ingressos em caso de mudança de tempo, pois o show tem que continuar, não é mesmo? Tudo isso para transformar clássicos ou lançamentos da sétima arte em uma transmissão inesquecível, proporcionando a maior experiência cinematográfica, em uma espécie de arena criada para receber o público com conforto e múltiplas opções. 
Open Air é o maior evento de Cinema ao ar livre do mundo e, há 16 anos, é realizado no Brasil. Em 2019, mais uma vez, a Shell leva a magia do cinema para novas dimensões. A Super Tela, do tamanho de uma quadra de tênis, é a principal protagonista. Além de tudo isso, em alguns dias, o espetáculo que é este evento conta com duas projeções de filmes, dias em que há um pocket show além da exibição de um filme e também tem stands de comida, ah! Sem contar que a pipoca é por conta do evento, e é uma delícia!
Uma experiência incrível que pude degustar do começo ao fim. Empresas parceiras fizeram stands de suas marcas, com brincadeiras divertidas e distribuição de brindes. No Stand da Shell você podia tirar fotos com uma réplica do Herbie (sim, o fusquinha) e do DeLorean (sim, de De Volta para o Futuro) e postando no Instagram com a hashtag do evento, você imprimia suas fotos na hora, não é demais?



Há uma barraquinha que vende cachorro-quente gourmet e três stands de comida com opções de hambúrguer, fatias de pizza, lanches variados, além de um grande bar que vende diversos tipos de bebida, entre elas refrigerantes, vinhos e cervejas. Os assentos não são demarcados, então, é bom chegar cedo para garantir um bom lugar e também poder participar das brincadeiras de cada stand porque eles fecham cinco minutos antes da exibição do filme e não tem chororô para participar (os brindes são bem legais! Eu ganhei um copo estilizado da Petra de plástico com cordão, aquele estilo “cervejada”)
O telão fica rebaixado até minutos antes da exibição do filme, quando é anunciado que, em 15 minutos, terá início a sessão e que todos se acomodem. A telona, sob um show de luzes e de música, vai subindo aos poucos, até ficar plana. É um verdadeiro espetáculo! A arquibancada tem cadeiras acolchoadas, a versão do Telecine (mais confortável, excelente!). Como o evento pensa em tudo e em todos, tem também as versões de cadeiras mais largas para que cadeirantes, gestantes, idosos e obesos possam se adaptar facilmente e também curtir esse dia. Uma curiosidade interessante é que toda a arena foi montada com aquele piso feito de grama sintética e que foi arquitetado de maneira plana, ou seja, facilidade de acesso total a cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção. Simplesmente um arraso!

 Texto por: Giovanna Landucci

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