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Dora e a Cidade Perdida: diversão teen em live-action




O live-action Dora e a Cidade Perdida é baseado na animação da Nickelodeon de nome Dora Aventureira, dos idos anos 2005, em que Dora tinha apenas 7 anos, e suas aventuras seguiam um mapa. Havia a interatividade com seus espectadores mirins, numa base de animação educativa, que agora ganhou sua versão teen.
Em Dora e a Cidade Perdida, temos como personagem principal Dora (Isabela Merced), que assumiu o papel perfeitamente, uma adolescente que, junto com seu primo Diego (Jeff Wahlserg) e seu melhor amigo, o macaco Botas, vive aventuras surpreendentes pela dinâmica do longa e do roteiro.



Dora é mandada para a Califórnia por seus pais, onde vive seu primo Diego, e lá a jovem decide encarar a cidade grande sendo ela mesma. Contudo, todo mundo estranha aquela menina tão alegre, desenvolta e curiosa em conhecer tudo (afinal ela vem de uma área remota longe da selva de pedra) e enfrenta suas aventuras sempre com otimismo.
Ocorre uma reviravolta que leva Dora, Diego e dois jovens norte-americanos, Sammy e Randy  a serem sequestrados, e acabam chegando na Amazônia peruana, em busca de Parapata, uma espécie de cidade perdida, a cidade do ouro dos incas. 



No início, quando o filme é interativo (seguindo o mote da animação), Dora quebra a quarta parede, perguntado ao espectador se ele consegue pronunciar determinados nomes de objetos que aparecem em cena, com roteiro de Danielle Sanchez-Witzel, Nicholas Stoller e Matthew Robinson, que inclui a cultura  indígena, o que torna interessante a não fantasia nos usos e costumes. No live-action, Dora consegue entreter adultos e, com certeza, o público infantil, o filme tem nuances de aventura e suspense, e agrada a fãs das duas vertentes. Um filme com momentos que lembram as aventuras de Jumanji.
Surpreende e entretém, vale a pena assistir, sem esquecer que se trata de um filme infantil/teen.

Nota: 4 mapas de tesouro perdido


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