A fofura dos jogos indie (e muito mais) no #BigFestival2019

Anteontem eu e o Bruninho fomos fazer a cobertura do primeiro dia lá do #BigFestival2019 e lá encontramos também o Paulo, do DollarsCast.  Não fosse o fato de que o vilão do mal do vírus da influenza tivesse me derrubado de ontem para hoje, eu com cerveja iria nos próximos dias. Mas, pessoal, corre que ainda dá tempo! 



Teve palestras logo no primeiro dia, aqui no site oficial vocês podem ver o que ainda está rolando, mas nós nos focamos, meio que sem querer logo de cara, mas depois por escolha mesmo, nos jogos "fofos". (kawaii demais!) Na verdade, como disse o Bruno e eu concordo, tudo lá estava muito fofo, a começar pelo "mascote" do festival - embora, vamos ser realistas, alguns games e/ou as instruções poderiam ser um tiquinho mais intuitivos, mas nada que tenha realmente acabado com a (ótima) experiência. 



O primeiro game que testamos, primeiro eu, depois o Bruninho, foi de realidade virtual, foi o Moss, da Polyarc Games, dos Estados Unidos, e a sensação foi incrível! Eu nunca tinha jogado um game de realidade virtual, e era um desejo antigo, ainda mais acirrado quando vi Sword Art Online, então, ter escolhido a fofura do Moss logo de cara foi uma excelente opção para o meu cardápio de degustação de games! <3 A imersão é incrível, e você se sente realmente transportado para aquele mundo mágico de Moss, esquecendo-se por completo que está em um stand de demonstração de games!


Vejam aqui um pouquinho sobre o jogo:


Havia jogos para todos os gostos e de todos os tipos, e eu, mais uma vez, senti que me dou bem mesmo com games de console, corrigindo, com controles que não sejam as teclas de um PC. E também fiquei feliz ao testar várias fofuras e games divertidos com controles de XBox, mesmo em PCs. 







Sim, não sou tão gamer assim, embora jogue desde criancinha. Mas não sou tão ligada em tooooodaas as tendências, embora tente sempre ficar um pouco por dentro do que rola nesse mundo mágico dos videogames. 

O Weaving Tides, da Áustria, também foi testado por mim e pelo Bruno e, além de ser uma fofura, é super zen, e está na categoria Inovação



Com o Sky Racket, da Dash Studios, foi onde me senti mais em casa. Não dizendo qual desses é o melhor, o que na verdade necessitaria que testássemos mais games e com mais tempo - e a falta de tempo, reitero, nada tem a ver com o festival, super bem organizado por sinal, e sim pelo fato de que a Player aqui foi derrubadinha momentaneamente pelo vilão vírus do mal influenza. Mas é um game bem intuitivo, que pode ser jogado com controle de XBox no PC e que me fez super sorrir e me trazer aquela onda nostálgica de quando eu realmente detonava nos videogames xD


Estranhamente (e/ou porque nosso foco estava em jogos fofíssimos, já havíamos decidido) não joguei nenhum jogo de luta à la Mortal Kombat ou algo do gênero, mas foi bem legal até mesmo sair da minha zona de conforto - começando com o desafio próprio de me imergir no mundo da realidade virtual, testar games de estilo diferentes - e sair com aquele gostinho de quero mais.

Minha cara de quem já estava prestes a levar um nocaute do big boss vírus influenza! :O Socoooorroooo!




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